19 agosto 2012

Portas remata certeiro ao periscópio, os ecos da absurdidade

Portas preparara-se para rematar...e, acerta no periscópio.

As noticias da silly season, tem chegado através de fugazes ecos de absurdidade...

Envoltos em absurdidade também, os protagonistas da novela "Yellow submarine Portas", a mais recente produção, da bem amada ficção nacional.

(adaptado da história original de 2003, que contempla o episódio Portucale, como faixa bónus, ou "bónus traque", para os mais desatentos).

Portas chuta a bola sempre que pode e desta vez, não foi excepção...

Diz o visado que: "o assunto "yellow submarine" vem à baila e depois desaparece, consoante os interesses e as movimentações...".

Depois do enormíssimo sucesso que foi a novela juvenil:
"Vai estudar Relvas".
Agora, chegou a vez de Portas ter a palavra...
Já antes, Balsemão chutara a bola para Relvas, Silva Carvalho desvaneceu-se nas sombras.
E há quem jure que a antiga fábrica de sabões está em força.
Chegou a vez de Portas...
Aguiar Branco já fintou elegantemente com o slogan de marca Gato Fedorento:
" O papel, qual papel?", falta Santos Silva, anterior ministro da defesa...
Quem se seguirá...?

Situações que dispensam aquisição de submarinos- Protecção Integrada

Mas o mundo segue numa toada revolucionária, contra dogmas existentes, considerados já ilógicos...

Pelo mundo virtual, em todos os cantos se vive e respira a atmosfera e o espírito de "Robin Hood".
Basta ver as "Pussy Riot", ou "Bichanas Amotinadas" nas mãos de Putin...

O sistema fica muito aquém das expectativas do cidadão, enquanto se perfila cada vez mais intrusivo.

A existência de uma lógica reptiliana, desprovida de sentimento, operando máquinas binárias, igualmente desprovidas de sensações, não impressas no circuito integrado (ADN!?), a Inteligência Artificial.

Quanto tempo mais demorará a perceber que podemos tudo e o universo se encarrega do resto?
Basta sintonizar os sentimentos numa vibração positiva e na frequência certa enquanto desenha mentalmente o objectivo.
Ao visualizar uma meta ela torna-se real, na medida em que a pode sentir, explorar, criar e recriar vezes sem conta, à sua imagem e gosto pessoal.

Ao assumir a simples responsabilidade da co criação, os assuntos passam a ser assertivamente analisados, sem contemplações de qualquer espécie.
Entenda-se:

Submarinos = Comissão catita em negócio com a Alemanha
E/ou...
Pandurs = Comissão catita em negócios com o Canadá

Os ecos da absurdidade, são apenas remates (pouco) certeiros... No periscópio.
E o periscópio, como sabem, torna-se essencial para ver ao longe.

O tempo flui na direcção da perfeição


2 comentários:

  1. As pandurs não é com o canadá... tens aqui a história toda

    http://en.wikipedia.org/wiki/Portuguese_Pandur

    ResponderEliminar
  2. Obrigado Kula ;)

    De acordo com o teu link, fiquei com a ideia de envolver Alemanha, Suiça e Espanha...
    Só não falam na wikipédia, dos 189 milhões de contrapartidas desaparecidos, ehehehehehh

    ResponderEliminar