29 junho 2012

A Revolução Portuguesa para mundo ver




O que se espera de uma sociedade, onde os frutos do trabalho, não são garante de sobrevivência?
Onde tudo o que existe, é corrompido ao expoente máximo do ridículo.
E onde nem sequer o trabalho honesto, é considerado um valor, que permita um acesso tão eficaz como a corrupção, a tudo o que é direito universal...
O que se espera?
Os ditos legítimos governantes, em vidinhas tão insignificantes quanto faustosas, e perdidos em minudências dos princípios de Peter o que esperam...?
A banca e os monopólios entretidos a esmifrar as massas, o que esperam?

O óbvio... A revolução, a violência, os tumultos...
Deste modo poderão justificar toda a agressão, sob o pífio pretexto da segurança!

Somos uma geração diferente, renegamos às armas e à violência!
Queremos uma vida digna e condigna!

Não precisamos de luvas de 1 milhão por submarinos...

Nem de tachos, panelas, aventais, cruzes ou outros artefactos e símbologias...

Dispensamos os bitaites da dita União, enquanto não tivermos convergência salarial que justifique esse nome...
A "União", perfeito para um simples e miserável IV Reich!

Sente-se a mesquinhez, a pequenez e o lodo... Nos jornais e nas TV´s!

Tentando encher-nos de ódio e revolta para uma realidade que não existe...
É apenas fruto dos papeis coloridos, os quais (ao que parece) se tornaram indispensáveis para viver!
Recentemente transformados em meros algoritmos existentes num espaço virtual, em ondas electromagnéticas que ninguém vê...

Sou solidário com o direito ao trabalho.

Eu sou livre de produzir o que bem entendo, sem ter que prestar contas de qualquer espécie ao estado!
E como eu...
Todos os Portugueses, terão o direito de se organizarem e exercerem as suas actividades, sem prestar qualquer tipo de esclarecimento ou pagamento a quem deliberadamente nos prejudica!


Não financiar este estado de coisas é o maior acto de revolução que podemos cometer...

Deixar de contribuir é sem dúvida a acção mais violenta que podemos cometer contra um estado que nos violenta incessantemente, todos os dias!

Hoje na Covilhã, o ministro do "coiso" essa nulidade paga pelos criadores do crédito e do dinheiro virtual... Não foi violentado, mas levou um recado bem explícito de Portugalidade para casa.

E palpita-me que cada vez mais, as visitas oficiais, terão este cariz e linguagem implícitas.

Não podemos falar em violência, o carro que transportava o legítimo e que custa cerca de 20 anos de salários mínimos, não sofreu um risco sequer...

Fica o aviso para reflectirem acerca daquilo que o país pensa de V. Nulidades!


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