05 junho 2012

Fábulas de 365 dias de Coelho


Faz hoje, 5 de Junho, precisamente 1 ano que o Coelho se instalou à frente do País.

Uma campanha eleitoral cheia de ruído e imensas promessas, todas desfeitas a partir deste dia há um ano atrás...

1 ano depois e incontáveis legislações aprovadas à socapa de todos, carinhosamente apelidadas de profundas reformas, tornaram Portugal num país pior...

De quem é a culpa?

Do Coelho, do Sócas, do Santana, do Durão, do Guterres, do Aníbal, do Soares...

Cada um deles munido com a sua quadrilha, foi trilhando o inevitável hoje...

Ora o hoje, resume-se a uma simples frase:


"Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão"

Lembro-me dos clamores em torno de Manuela Ferreira Leite, quando em 2009 dizia ironicamente:

"Talvez o melhor seja suspender a democracia por 6 meses, meter tudo na ordem e depois venha a democracia de novo..."

Já lá vão mais de 6 meses sem democracia... Nada foi posto na ordem... Os problemas diagnosticados no passado, tornaram-se maiores, incalculavelmente maiores.

Os nossos auto-proclamados legítimos representantes, propagandeiam resultados viciados enquanto fazem o favor de ficar de vigia "à porta da horta", permitindo à ladroeira nacional e internacional do crédito o assalto total ao país.

Portugal tornou-se num inevitável "junkie do crédito", pelas mãos da alta finança, que viciou sucessivos governos no "dinheiro fácil".
Hoje, nós somos o corpo, que se contorce de dores, a ressacar de tempos ditos áureos, perdidos entre autoestradas, elefantes brancos e futeboladas...

Nota-se a repressão do sistema, perante quem discorda do roubo, da agiotagem, do logro e do engano.
Porque quem ocupa os lugares, não o faz por dever cívico, mas pelo poder, o status, a influência e o dinheiro...
É mais fácil mandar fazer um dossier sobre cada cidadão, devassando a sua vida privada... Do que lhe atribuir direitos e uma voz!

E ainda assim continuar a exercer o cargo de "legitimo representante", sempre com o selo de confiança do Coelho... E do avental ou do malhete.
O Coelho, esse animal que se encontra nas camadas tróficas mais baixas da cadeia alimentar e potencial almoço de quase todas as outras espécies.

O Coelho segue religiosamente a Águia para todo o lado, sem perceber que será comido para engordar o IV Reich.

O trabalho é escravo e querem fazê-lo mais, apelando aos voluntários e propondo medidas onde os reclusos serão obrigados a trabalhar...
As cadeias enchem de presos políticos, et voilá... Mão de obra gratuita!

O trabalho liberta, assim dizia a placa à porta de Auschwitz!

A história tenta a todo o custo se repetir, agora que já foi jubilada em versão diamante!

Aqui na tasca, tudo faremos para desmontar esta ordem viciada de coisas.

Apenas 1 ano depois, chegamos à conclusão que Coelho, nunca mais...

O colonialismo imperial perdura pelo último milénio.

Mas nada a temer...
Basta que cada um de nós conserve a sua Fé no omnipotente e omnipresente Universo.
Pede e receberás.


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