29 maio 2012

É favor não pisar a Relva


Tem sido dias alegres estes, em que a generalidade dos Portugueses, se refastela na relva...
Rebolamos de felicidade com as noticias verdejantes, que dão conta (outra vez...), que Portugal não é um país democrático, há muitos anos a esta parte!

O episódio do "meio morto" Relvas, prova isso mesmo... Com o saneamento dos incómodos do Público!
O mesmo já acontecera com Pedro Rosa Mendes...
Procedimento validado e aceite, pelo rito da loja ou pelo original gangsta... Tanto faz!

O "meio morto" ervas avisou que ia sair disto mais forte... E ele lá saberá, com quantos aventais se faz uma canoa...
Claro que nada importa, que empresas espionem pessoas e outras empresas em favor de alguém, que um dia espera-se que esteja também em frente de uma empresa...

O Mestre Cavaco, que não sendo político consegue aguentar-se milagrosamente no meio, marcando todo um regime ao longo de décadas, enquanto perpetua a ditadura... Sim, a ditadura!

Actualmente vivemos um estado de sítio, onde o estado pode revogar os princípios constitucionais que entender a bem da soberania do País e a segurança dos cidadãos...
Embora o "estado de sítio" tenha que ser declarado pelo presidente, este ainda não o foi, mas não tardará muito a acontecer, sob um qualquer pretexto pífio...

Depois disso, tudo quanto for direito de organização, liberdade de expressão, informação e manifestação, pode (e certamente será...), revogado, a bem da soberania do estado (que nada tem de soberano...) e da segurança das gentes (que além de não estarem seguras...Até já tem fome!).

Assim a Lei do regime do estado de emergência e estado de sítio, correspondia à Lei n.º 44/86, alterada recentemente por esta outra, promulgada a 11 de Maio de 2012 e onde está bem patente o medo que as instituições ditas democráticas tem, de uma revolta social...

A Lei Orgânica nº1/2012

Aqui na tasca já há muito que percebemos quem é o "original gangsta", que com esta jogada legislativa pode através de um qualquer pretexto reclamar sobre si a liderança absoluta de Portugal, instalando oficialmente uma ditadura, onde o presidente terá na sua mão o poder executivo.
E mais importante, todas as liberdades constitucionais previstas poderão ser revogadas...

Aproxima-se uma luta feroz, falta cumprir a democracia.




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