29 julho 2011

Soluções para o desvio colossal


O Farplex seguindo a sua linha de participação cívica e cidadania activa, pretende de forma constructiva dar a conhecer ao novo executivo as suas sugestões para a redução do défice e combate à crise...

Suas excelências estão a "matar o galo aos bocadinhos" e este vai fugir a correr sem cabeça até se lhe esvair o sangue...
De um golpe só este governo já assombrado por uma terrível impopularidade pode tomar sem qualquer pejo as seguintes medidas:

Aumentar o IVA para 50%

Aumentar a gasolina e o gasóleo para 5 euros/litro

Reduzir o salário mínimo para 100 euros, dá para água fria e um papo seco por semana.

Imposto sobre o trabalho, 99,9% dos rendimentos líquidos do seu trabalho serão para o estado.

Abolição de subsídios de férias e Natal, abolição das férias, semana de trabalho com 6 dias (que o domingo é sagrado), abolição dos feriados (tarde livre em feriados religiosos), jornada de trabalho mínima de 12 horas, a bem da produtividade.

O tabaco e o álcool serão taxados em 500%.

Não há pensões, subsídios nem desemprego de qualquer espécie, todas as pessoas "desocupadas" servirão o "grande irmão estado" gratuitamente a troco de um prato de sopa diário (de legumes...).

Todos os depósitos a prazo ou à ordem ficarão congelados e o dinheiro reverterá a favor do estado.

Quem tiver casa própria terá que pagar ao estado 10 000 euros /ano, ou ficará sem a sua casa!

Quem tiver terrenos, terá que pagar 5000 euros/hectare, ou ficará sem terrenos.

Coimas, portagens ou impostos automóveis em falta, o estado procederá à cassação imediata do veículo.

As portagens serão a 5 euros/Km, aplicáveis também a estradas nacionais e municipais.

Haverá uma taxa de telemóvel, de internet, de facebook, uma taxa de comunicação global!

Finalmente haverá uma taxa fisiológica, para pensar, respirar, urinar e defecar, o executivo ainda não sabe se a taxa será fixa ou aplicável a cada acto isolado em si...

Com tudo isto, poderemos ver a nossa dívida soberana reduzida em cerca de 50 % nos próximos 20 anos, mas confiantes de que estaremos no rumo certo para a estabilização económica e morte por fome ou doença!

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