07 julho 2011

Barack Ob...arroso


No auge da prosperidade da Humanidade, os dilemas primitivos do poder ainda se instalam...

Não sei se este recente (não será certamente o último...) corte de rating, será suficiente para Mr. Barroso perceber que já está em guerra desde 2008, com os EUA e o dólar vs a UE e o Euro...

Talvez para Mr. Barrroso não tenha tomates para grandes medidas, talvez a sua capacidade política se esgote ao ser o capacho dos senhores da guerra do Iraque...
Lembram-se quando Aznar, Blair e Bush estiveram nos Açores com o então 1º ministro José Manuel Durão (Cherne) Barroso?
Essa reunião, valeu-lhe o cargo de Presidente da Comissão Europeia... Como presente por baixar as calças!

Agora, 3 anos volvidos desde o início das guerras económicas, este papalvo vendido, não tomará uma única medida que afronte os EUA...
O belo cão, não morde a mão que o alimenta...

Esta falsa aliança entre Estados (des)Unidos da Europa e Estados Unidos da América, está a dar o berro...
Talvez seja pela NATO que a corda parte!
Quando isso acontecer estamos tramados!
Por enquanto Barroso alimenta a Paz podre com os EUA e a sua luta pela manutenção do dólar, cada vez mais uma miragem...
Talvez Strauss Kahn consiga salvar o euro, ao ocupar o lugar do Cherne... 
Pelo menos esse... fodia os americanos por trás!

Três factores chave...

A China como credor dos USA e potência mundial...
Os Estados Unidos da Europa ou o colapso do euro?
A distribuição geopolítica dos principais países produtores de petróleo...

Está a aquecer muito rápido, talvez fosse boa ideia mandar evacuar as Lajes!

4 comentários:

  1. Caro Tiago:
    V. hoje parece um buldozer, a arrasar tudo á sua frente...
    Ponho-me a pensar o que ganharão os EUA se destruirem a UE e o euro.
    Perdem aliados para todo o Oriente, até à China. Até militarmente isso não lhes é aconselhável.
    Creio mais que o nosso problema está cá dentro. Isto das agencias de rating tem muito que se lhe diga. O poder delas é real e destruidor. está nas mãos de quem?
    Um abraço

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  2. Caro João:

    Tanto as guerras bélicas como as económicas tem como fim o controlo de um país, região, recurso, povo, etc...
    Mas no processo o método bélico, além de demasiado destrutivo é demasiado dispendioso para ambas as partes, quer em termos humanos, materiais e até morais...
    Assim sendo, que melhor maneira de controlar algo como um País reduzindo sistematicamente a sua credibilidade e adquirindo todas as suas infraestruturas de base a preço de saldo...
    É o que Portugal fará, seguindo o rumo predestinado pelos grandes bancos internacionais, donos de agências de ratings...
    Um desses bancos, é a reserva federal, que continua a emitir notas de banco, que pouco mais valem do que a impressão...
    Não fora o facto de o dólar (ainda) ser a principal moeda para a OPEP e os principais negócios do petróleo...
    Para esse efeito os EUA, tudo fizeram para assegurar esse controlo (matéria prima), especialmente no médio oriente, nos últimos 40 anos.
    Quando o bloco comunista se desfez, surgiu a UE que apesar de aliado, foi criada com o claro intuito de competir economicamente (tal qual o bloco soviético fizera, mas desta vez adoptando o mesmo regime do opositor, o capitalismo... A China fez o mesmo num mix das duas ideologias!)
    No fundo o que estes 3 blocos querem é a hegemonia global através do controlo...
    Enquanto os EUA atacarem a Europa com as agências de rating, mantém o seu próprio rating para a China...
    Deveríamos fazer com que o BCE baixe o rating da China, como?
    Penalização de produtos, com campanhas tipo E. Coli no pepino Espanhol...
    Seja como for é uma cartada de ouro para Durão Barroso e a consolidação da UE... Se ele se souber mexer...

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  3. será que os nossos bancos aguentam esta guerra? será que o BCP consegue, mesmo com a dependencia da crise grega, superar esta especulação?

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  4. Valquiria, os nossos bancos só nos manipulam a nós Portugueses e ao nosso governo, nada mais! Virão por aí abaixo, se assim entenderem os bancos centrais...

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