04 agosto 2010

Separados pelos poderes, unidos por um "Freeport"...


O Procurador Geral da República, nome estranho para um cargo onde a principal função é fazer desaparecer coisas (como escutas), fechar os olhos (às evidências) e ocultar aquilo que há muito se tornou óbvio...
Num País onde a justiça apenas produz "inocentes de inverdades" na classe política, mesmo quando roubam gravadores à nossa frente, quando compram submarinos, são pedófilos, abatem sobreiros, constroem centros comerciais megalómanos em reservas naturais e outros cambalachos pouco recomendáveis... Esta justiça apenas serve para dar via verde a estas tropelias, com todo o Portugal a assistir!!!
A separação de poderes que tanto se fala, o segredo de justiça e a própria justiça, são termos directamente saídos de um qualquer jogo de realidade virtual... Onde nada do que está previsto na Lei é aplicável a esta gente, que se permite tudo a todo o instante... Claro que nunca haverá provas suficientes para o que quer que seja, enquanto o próprio sistema judicial no topo da sua hierarquia, oculta provas, evidências, escutas, influencia o decorrer dos processos, pressiona os envolvidos e move as suas influências tentaculares no sentido de um desfecho positivo para o Grande Irmão... Com outros protagonistas... Infelizmente o filme será idêntico...

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