31 março 2009

Sair da crise...

Não interessa a ninguém que este país ande para a frente... especialmente à classe política e a algumas empresas do burgo... A verdade é que há muito para fazer em todos os sectores... Como os tempos são de mudanças, haveria duas hipóteses os que se adaptavam e os que desapareciam...

1º Reduzir ao máximo a dependência energética, se possível garantir autonomia

Empresas afectadas GALP e EDP, (são só as que apresentaram mais lucros em termos de crise).

Aliar as industrias do sector automóvel na criação de veículos eléctricos, eles já existem há mais de 15 anos e com resultados comprovados.
Claro está com preços competitivos e não os absurdos practicados pelos híbridos...
Incentivar a microgeração de energia...mas não com 2500 licenças de produção anuais atribuídas...
Premiar particulares que produzem e poupam e facturar a quem mais desperdiça.
Utilizar o petróleo em caso de recurso, criando a reserva nacional de petróleo, podendo vender a outros países= lucro.
Na construcção de estradas incluir uma faixa para ciclistas, um incentivo claro para a utilização de veículos limpos.

Transporte de pessoas e bens, directamente relacionado com o TGV, empresas afectadas CP e Refer.

O dinheiro do TGV podia ser a rampa de lançamento para uma rede ferroviária nacional, que iria aliviar as auto estradas, comboios confortáveis e rápidos que ligariam os mais diversos pontos do país, podendo até criar um passe anual, para deslocações frequentes por todo o país.
O turismo seria beneficiado por este factor exponencialmente mais do que com o TGV= lucro.

Criar infraestruturas de reciclagem e tratamento de resíduos eficazes, outros países pagam bem para se verem livres de resíduos que não conseguem tratar= lucro

A construcção civil, que se diz o "motor" da nossa economia, poderia requalificar todo o património que existe degradado, com vista as mais diversas finalidades.
Além de arquitetonicamente vantajoso é também uma mais valia para o turismo das mais diversas regiões.

Incentivar e consumir agricultura e pescas nacionais em detrimento do que é imposto pela Comunidade Europeia.
Incentivar a agricultura de subsistência no minifúndio e a agricultura de latifúndio para os grandes centros.

Aplicar a pena de morte e a eutanásia, alguns dirão que viola os direitos humanos, mas eu acho que se trata de selecção natural, porque se através da medicina fazemos as pessoas viver mais tempo, haverão pessoas que não merecem viver e outras que não querem viver...

Abolir o sistema partidário, parece fascista mas não é... as pessoas eleitas seriam independentes, com as suas ideias e iguais direitos de proposta e exposição pública... Seria o mérito de desempenho e não o partido a decidir se a pessoa era válida ou não.

Casamentos homossexuais e mudanças de sexo, incentivar este tipo de programas para quem assim o desejar, Portugal não ia virar um país de gays, certamente não mais do que nos dias de hoje e atrairia um nicho de mercado para o turismo.

Cultivar marijuana e cannabis, poderão pensar que nos iriamos tornar um pais de drogadinhos, mas a verdade é que o preço do terreno em Portugal subiria, atrairia investimento estrangeiro, aumentava as exportações diminuia as importações, o tráfico, o numero de detenções e o mercado legal não avança sem o mercado ilegal, então se o cannabis fosse legal estariamos em vantagem.

Legalizar a prostituição, não me digam que iam virar todas putas, porque só não vê quem não quer que o país está pejado delas, vejam os classificados do correio da manhã, legalizar esta situação permitia, recolher uma boa colecta de impostos, mais condições de higiene e salubridade, é uma questão de saúde pública.

Criar uma rede nacional de turismo, com um bom marketing com o melhor que cada região tem para oferecer, não pode ser só o Algarve...

Reduzir o numero de bancos e instituições de crédito, os que não se aguentarem são absorvidos por outros mais estáveis, não há financiamentos do governo para instituições em crise...

Permitir a criação de microempresas familiares, com isenção de impostos.

Claro que são boas ideias, mas não interessam a ninguém, até porque eu estou a privar de rendimentos exorbitantes, governo, políticos, assaltantes, empresas, traficantes, chulos, médicos, putas, e uma panóplia de pessoas que ganham bem a vidinha e não precisam destas merdas para a crise.
Mas que este país ficaria melhor...isso ficava.

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