29 maio 2006

Um Paradoxo possível...

"...O Campo Pequeno em grande...", como é possível o pequeno ser grande????
Paradoxo???Não!!!!
Esta foi somente e apenas a frase mais ouvida nas duas últimas semanas, particularmente proferida por uma camada da sociedade que se autointitula GT7... Estava lá toda a borra da sociedade...A tia croquete, a tia titi, a tia pipi, a tia xixi, a tia bicha, tudo a resvalar na carpete vermelha numa imitação barata de Hollywood como só a borra da sociedade Portuguesa consegue fazer...SIM, EU VI OS GLOBOS DE OURO!!!!
Pois é, os convidados chegavam de limusina(que parecia sempre a mesma, ou seja os convidados VIP´s tiravam uma senha como no Hipermercado nas traseiras do Campo pequeno e esperavam a sua vez na limusina...só havia dinheiro para alugar uma...É a crise!) em grande e eram entrevistados por "profissionais" muito "bichas", que nada tinham para dizer a não ser perguntar quem era o costureiro da farpela...As respostas eram variadas na parte dos costureiros, depois todos diziam..."noite de glamour e o Campo pequeno em grande, blá, blá, blá..."
Percebi que a cor da estação era o vermelho porque todas estavam com vestidos rubros, (ou isso, ou acabou o tecido e aproveitaram o tapete vermelho para vestidos).
Depois ter de "levar" com a Barbara a dizer piadas bárbaras, a forçar uma expressão natural que indiciava problemas de prisão de ventre ou outras questões do foro intestinal...
Apresentadores que liam piadas na esperança de ter graça ou de surtir efeito numa plateia de múmias aparvalhadas pelo Botox e pelo Silicone...
Os prémios atribuidos em categorias estapafurdias, ou a pessoas ausentes... Prémios esses mais do que prevísiveis que provavelmente estariam agendados do ano anterior...
Enfim, dinheiro mal gasto, que podia perfeitamente servir para caridade, contas offshore, ou até mesmo tráfico de droga...
Até o melhor vinho tem borra e depósito, por muito bom que seja o nosso Portugal também tem a sua borra que esteve em peso no Campo Pequeno na grandiosissima gala dos Globos de Ouro a qual nunca esquecerei, mas da qual também já não me lembro!!! (outro paradoxo inexplicável, porém possivel!)

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